Um projeto para controle de frequência dos médicos da saúde básica de Várzea Grande causou polêmica nas redes sociais, e um médico de outro estado desafiou a prefeita Flávia Moretti (PL) a também comprovar o trabalho.
A Lei Municipal 5.574/2026 Institui o Registro Periódico de Presença Médica (IPPM) como fiscalização de eficiência no atendimento. O assunto tem sido tratado por alguns como “colocar tornozeleira” em médico.
Após repercussão, a Prefeitura de Várzea Grande encaminhou a seguinte nota:
A Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande informa que o controle de frequência dos servidores da rede municipal já é regulamentado pela Portaria nº 381/2026, em vigor desde 1º de setembro, que estabelece o registro eletrônico por biometria facial em todas as unidades de saúde e na sede administrativa.
Em relação à Lei Municipal nº 5.574/2026, que institui o Registro Periódico de Presença Médica (RPPM), de autoria do Legislativo Municipal, a Secretaria esclarece que a proposta ainda será submetida à análise do departamento jurídico, para verificar sua compatibilidade com as normas vigentes antes de eventual implementação.


















