Presidente da Assembleia Legislativa (ALMT), Eduardo Botelho (União) afirmou não ver a necessidade de nova prorrogação da intervenção estadual na Secretária de Saúde de Cuiabá. Na avaliação do deputado a medida serve para resolver questões pontuais e não pode ser utilizada para usurpar o poder de município.
A possibilidade de nova prorrogação da intervenção foi citada pelo procurador-geral de Justiça, Deosdete Júnior, que
confirmou a possibilidade de o Ministério Público Estadual (MPE) apresentar ao Tribunal de Justiça (TJMT) pedido pela continuidade da medida.
A intervenção, que começou em 15 de março, tinha inicialmente uma duração prevista de 90 dias, mas foi prolongada até 31 de dezembro, após decisão de Tribunal de Justiça de Mato Grosso.
“Não analisei os dados, vou aguardar a reunião com a comissão criada para acompanhar, mas, a princípio os motivos – como a própria interventora disse – já se encerraram. Então, não tem mais sentido continuar com a intervenção. Intervenção é para resolver um problema pontual e não para tomar a administração de município. Se resolveu, tem que devolver ao município” afirmou Botelho, em conversa com a imprensa nesta terça-feira (21).
O deputado ainda ressaltou que a Assembleia irá analisar os relatórios que serão apresentados pelo gabinete interventor.
Defendeu que mesmo no caso de a Pasta ser devolvida ao município no dia 1° de janeiro, cabe ao governo estadual continuar auxiliando o município, garantindo recursos e investimentos.






















