Em menos de cinco meses à frente da Prefeitura de Cuiabá, o prefeito Abílio Brunini já coleciona episódios de descaso e desorganização administrativa, deixando a população alarmada com o colapso nos serviços públicos. O mais recente caso ocorreu nesta quarta-feira (15), quando o Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT) emitiu uma notificação formal contra a gestão municipal após constatar que a Unidade de Saúde da Família (USF) CPA III opera em condições insalubres e indignas, sem sequer ter abastecimento de água.
USF sem água e sem condições mínimas de funcionamento
Durante vistoria, o médico fiscal Dr. Zenildo Pacheco Sampaio verificou que a unidade não possui estrutura básica para garantir a segurança, higiene e privacidade dos pacientes. Diante da gravidade, o CRM-MT recomendou a suspensão imediata das atividades médicas até que o problema seja resolvido, sob risco de interdição total do local.
Além da falta de água, o relatório aponta que:
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A USF não está regularizada no CRM-MT;
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Não há diretor técnico nomeado, violando a Resolução CFM nº 2.056/2013;
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A estrutura não preserva o sigilo médico-paciente, comprometendo atendimentos.
Prefeitura fecha USF nova por disputa política
Enquanto uma unidade de saúde fica abandonada sem condições mínimas, outra, a USF do Praeiro, construída e equipada pela gestão anterior, permanece trancada por decisão política do prefeito Brunini. A justificativa seria evitar dar visibilidade à obra da administração passada, mas o resultado é o mesmo: a população fica sem atendimento.
Redes sociais x Realidade
Enquanto os serviços públicos entram em colapso, o prefeito viraliza com vídeos nas redes sociais, em campanhas de marketing que contrastam com a realidade de desassistência na saúde cuiabana. A população, cada vez mais indignada, começa a perceber que o despreparo administrativo não é um tropeço isolado, mas uma marca registrada de uma gestão que falha no básico.
Conclusão: Gestão em crise
Os fatos mostram uma administração que:
✔ Descumpre normas básicas de funcionamento de unidades de saúde;
✔ Deixa unidades novas fechadas por disputa política;
✔ Prioriza aparência nas redes sociais em vez de resolver problemas reais.
Com serviços essenciais à deriva, Cuiabá vive um cenário de abandono que só tende a piorar se não houver uma mudança urgente de rumo. A pergunta que fica é: até quando a população vai pagar pelo despreparo dessa gestão? (com informações blogdopopo)























