O candidato a deputado federal Dr. Giovani Mendes vem ganhando espaço nas ruas com uma estratégia baseada no contato direto com a população. No chamado corpo a corpo, o candidato tem apresentado como principal bandeira a defesa da saúde pública e a valorização dos profissionais que atuam diariamente no Sistema Único de Saúde (SUS).
A decisão de entrar na disputa eleitoral, segundo a proposta apresentada pelo candidato, nasceu da própria vivência na área da saúde e da indignação diante das dificuldades encontradas no atendimento público, especialmente pela falta de condições básicas de trabalho, materiais e valorização dos profissionais.
Para Dr. Giovani Mendes, os problemas enfrentados pela saúde pública não podem ser tratados apenas como uma questão de falta de recursos. Na avaliação do candidato, também é necessário discutir a forma como o dinheiro público é administrado e aplicado.
“Não é falta de dinheiro, é falta de gestão.”
A frase passou a sintetizar parte do discurso do candidato durante as agendas políticas. Dr. Giovani Mendes defende uma gestão mais eficiente dos recursos destinados à saúde, aliada à melhoria das condições de trabalho e à valorização dos profissionais da área.
Durante as visitas e conversas com eleitores, o candidato também busca transformar sua experiência cotidiana no SUS em uma pauta política, levando para o debate eleitoral situações que, segundo ele, são conhecidas de perto por quem trabalha e utiliza a rede pública de saúde.
Com o discurso de que o Brasil precisa enfrentar problemas estruturais de gestão, Dr. Giovani Mendes apresenta sua candidatura como uma alternativa para levar a experiência de quem vive a realidade do SUS para dentro do Congresso Nacional.
O slogan adotado pelo candidato reforça essa proposta: “Dr. Giovani Mendes vai curar o Brasil que se encontra doente.”
A campanha aposta, portanto, na proximidade com a população e na defesa de uma saúde pública mais estruturada, com melhores condições de atendimento, investimentos bem administrados e reconhecimento aos profissionais que estão na linha de frente.
por Leandro Manduca



















